Não comece procurando imóveis fora da sua realidade de aprovação bancária. Descubra o teto de crédito liberado pela Caixa e pelos bancos privados com a regra dos 30% de comprometimento de renda.
Calculado a 35 anos pela tabela SAC com taxa referencial de mercado (9,9% a.a. + TR), comprometimento de 30% da renda e financiamento de até 80% (SFH):
| Renda Bruta Familiar | 1ª Parcela Máx. (30%) | Financiamento Aprovado | Valor Teto do Imóvel | Entrada Mínima (20%) | Enquadramento |
|---|---|---|---|---|---|
| R$ 3.000 | R$ 900 | R$ 100.000 | R$ 125.000 | R$ 25.000 | MCMV Faixa 1 / 2 |
| R$ 6.000 | R$ 1.800 | R$ 198.000 | R$ 247.500 | R$ 49.500 | MCMV Faixa 3 |
| R$ 10.000 | R$ 3.000 | R$ 330.000 | R$ 412.500 | R$ 82.500 | SFH / MCMV Faixa 4 |
| R$ 18.000 | R$ 5.400 | R$ 594.000 | R$ 742.500 | R$ 148.500 | SFH (Novo Teto) |
| R$ 30.000 | R$ 9.000 | R$ 990.000 | R$ 1.237.500 | R$ 247.500 | SFH (Até R$ 2,25 Mi) |
Na tabela SAC, a primeira parcela é a mais alta e vai caindo ao longo dos anos. Como o banco analisa a aprovação sobre a primeira parcela (que não pode passar de 30% da sua renda), a SAC exige uma renda maior para o mesmo valor financiado, mas gera uma economia enorme de juros totais. Já a tabela PRICE tem parcelas fixas desde o início, permitindo financiar um valor até 15% maior com a mesma renda inicial.
O FGTS Futuro permite que trabalhadores com carteira assinada (CLT) usem os depósitos futuros que o empregador ainda fará na conta vinculada do FGTS (8% do salário) para abater o valor da parcela mensal do financiamento. Isso reduz a parcela calculada pelo banco e permite a famílias de baixa renda aprovarem um financiamento que antes seria negado por falta de margem.